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 Comércio, bens de prestígio e insígnias de poder – as agências centro-ocidentais africanas nos relatos de viagem de Henrique de Carvalho em sua expedição à Lunda (1884-1888) Imagem
Comércio, bens de prestígio e insígnias de poder – as agências centro-ocidentais africanas nos relatos de viagem de Henrique de Carvalho em sua expedição à Lunda (1884-1888)
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História

Comércio, bens de prestígio e insígnias de poder – as agências centro-ocidentais africanas nos relatos de viagem de Henrique de Carvalho em sua expedição à Lunda (1884-1888)

Comércio, bens de prestígio e insígnias de poder – as agências centro-ocidentais africanas nos relatos de viagem de Henrique de Carvalho em sua expedição à Lunda (1884-1888)

(ISBN: 978-85-8499-153-2)

Márcia Cristina Pacito Fonseca Almeida  | 

Páginas:  250

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Descrição do Produto

O livro Comércio, bens de prestígios e insígnias de poder: as agências africanas centro-africanas nos relatos de viagem de Henrique de Carvalho em sua expedição à Lunda (1884-1888) toma como base um excerto dos escritos do militar português e apresenta duas direções substantivas. Em primeiro lugar, prima pela capacidade de contextualização histórica voltada à percepção da produção e circulação de relatos de viagem e sua importância como fonte histórica que ilumina os movimentos dos europeus no continente africano, na segunda metade do século XIX. Neste conjunto, Márcia Pacito Almeida particulariza as expedições portuguesas e as de Henrique de Carvalho, historicizando os diferentes objetivos e faces das expedições lusas, especialmente as que o militar presidiu – seu caráter comercial, militar e diplomático e sua intenção científica, o esquadrinhamento dos povos e do território e a formação de “estações civilizadoras” que tentam demarcar zonas da soberania portuguesa na região. Ao contextualizar ainda os movimentos e os trajetos das caravanas já em território africano, a obra sinaliza os encontros do expedicionário com os dirigentes e os comerciantes africanos, a circulação das mercadorias, as trocas de presentes e os impostos pagos às populações que assenhoram partes dos caminhos e, diante da sucessão de domínios, os momentos de tensão e de conflito entre chefias africanas e os emissários do Muene Puto, como era designado localmente o rei de Portugal.

(do prefácio de Cristina Wissenbach)

 

SOBRE O AUTOR

Márcia Cristina Pacito Fonseca Almeida é bacharel e licenciada em História (2011) e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (2016). Atual­mente, cursa o doutorado na mesma ins­tituição. Possui experiência docente no ensino básico e no ensino superior. Tem interesse nos temas de História da Áfri­ca durante o final do século XIX e início do XX, com destaque para investigação sobre as interações sociais estabelecidas entre africanos e europeus, cultura visual e cultura material.

?Coeditor: Fapesp