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A Forja e o Combate: Uma crônica historiográfica da guerra midiática contra o Lulopetismo (2013-2018)
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A Forja e o Combate: Uma crônica historiográfica da guerra midiática contra o Lulopetismo (2013-2018)

Pablo Silva Pimentel  | 

378

“Ler A Forja e o Combate é atravessar uma oficina de sentidos. A escrita de Pablo Pimentel pulsa como metal em brasa, moldado pelas batidas de um martelo que não apenas analisa: ele interpela, investiga, denuncia e recria. É um texto que recusa o silêncio protocolar da academia para assumir que escr

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Pablo Silva Pimentel  | 

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“Ler A Forja e o Combate é atravessar uma oficina de sentidos. A escrita de Pablo Pimentel pulsa como metal em brasa, moldado pelas batidas de um martelo que não apenas analisa: ele interpela, investiga, denuncia e recria. É um texto que recusa o silêncio protocolar da academia para assumir que escr

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“Ler A Forja e o Combate é atravessar uma oficina de sentidos. A escrita de Pablo Pimentel pulsa como metal em brasa, moldado pelas batidas de um martelo que não apenas analisa: ele interpela, investiga, denuncia e recria. É um texto que recusa o silêncio protocolar da academia para assumir que escrever História é também um gesto de combate, um ato ético-político, nem por isso menos rigoroso”. [...] Pablo nos oferece uma crônica historiográfica que nos convida a acompanhá-lo no trabalho do historiador como quem acompanha a saga de uma história indigesta da ascensão/irrupção ou da continuidade despudorada do autoritarismo em nossa cena pública. [...] Ao historicizar a intriga que construiu o “lulopetismo” não como dado empírico, mas como artefato discursivo forjado nas oficinas editoriais de O Globo e O Estado de S. Paulo, Pablo realiza uma reflexão sobre a formulação de um conceito na cena pública brasileira que erigiu um inimigo perfeito, quase totalizante capaz de  reunir velhas retóricas de nosso cotidiano (anticomunismo, misoginia, xenofobia, ódio às classes pobres) [...]”.