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Antonio Simplicio de Almeida Neto, Everaldo de O. Andrade e Samantha Lodi-Corrêa  | 
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A memória de um país é um patrimônio inestimável. É aquilo que nos confere identidade e aquilo que nos distingue de outros grupos sociais e nacionais. Então, é algo que tem que ser preservado de uma forma muito cuidadosa e permanente. A História é um instrumento de civilização e de emancipação dos p
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A memória de um país é um patrimônio inestimável. É aquilo que nos confere identidade e aquilo que nos distingue de outros grupos sociais e nacionais. Então, é algo que tem que ser preservado de uma forma muito cuidadosa e permanente. A História é um instrumento de civilização e de emancipação dos p
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A memória de um país é um patrimônio inestimável. É aquilo que nos confere identidade e aquilo que nos distingue de outros grupos sociais e nacionais. Então, é algo que tem que ser preservado de uma forma muito cuidadosa e permanente. A História é um instrumento de civilização e de emancipação dos povos, que é dos mais importantes. A memória de uma nação é um tesouro que nós historiadores, procuramos preservar. E por fim, há a reflexão, a conscientização, a tentativa de compreensão dos problemas que nós vivemos, seja na duração, no tempo, seja no nosso cotidiano, e são o objeto da nossa atividade. Nós não estamos aqui para explicar. Nós estamos aqui para compreender. Eu acho que há uma diferença fundamental. A compreensão dos processos que nós vivemos passa pelas ciências humanas. Esse é o valor inestimável das ciências humanas. É procurar compreender o mundo no qual nós vivemos. A herança que nós recebemos é fazer, é procurar transformar a sociedade através da forma mais generosa e mais abrangente possível. (Laura de Mello e Souza)