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Arte feita em código – um estudo de caso sobre a linguagem de programação Processing e sua utilização por artistas-programadores
(ISBN: 978-85-8499-142-6)
Patricia Oakim  | 
Páginas:  130 p.
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Não sei meu cep
Hoje, as tecnologias digitais fazem parte de quase tudo que fazemos e, assim, as pessoas começam a sentir a necessidade de desenvolverem seus próprios programas computacionais. Associado a essa grande valorização do uso das interfaces digitais, encontramos o conceito de “Pensamento Computacional” introduzido por Seymour Papert que, de algum modo, confunde-se com o pensamento matemático e lógico. Essa forma de construção do conhecimento, que acontece por meio da lógica de programação, desperta a necessidade de elaboração de linguagens que necessitam ser acessíveis ao maior número de indivíduos, em particular aos artistas e às crianças. E, de fato, essa necessidade de preparar as pessoas para um mundo que, cada vez mais, deverá usar essas máquinas lógicas, surge o “Processing” que é uma linguagem computacional que tem por meta simplificar o processo de programação. Patricia Oakim, oportunamente, elabora “A Arte e Programação na Linguagem Processing”, excelente pesquisa que reflete sobre o processo criativo na arte computacional que se dá pelo desenvolvimento de algoritmos com finalidades poéticas. Com isso, a autora propõe o uso desta linguagem de programação para o desenvolvimento do “Pensamento Computacional”, que leva a abstração e decomposição de problemas complexos do mundo, em busca de uma forma de representação adequada à modelagem de tais problemas para tratá-los computacionalmente. Trata-se também de uma reflexão sobre os papeis da arte contemporânea que visa “corromper o funcionamento dos aparelhos na recusa sistemática a se submeter aos seus projetos industriais, desafiado a lógica ... da dominação que exercem”. É um modo de produzir artisticamente de forma “branda”, conforme afirma Paulo Laurentiz.
Hermes Renato Hildebrand (Unicamp)
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