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Neoliberalismo, feminismos e contracondutas – perspectivas foucaultianas
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Filosofia

Neoliberalismo, feminismos e contracondutas – perspectivas foucaultianas

Neoliberalismo, feminismos e contracondutas – perspectivas foucaultianas

(ISBN: 978-85-8499-171-6)

Margareth Rago e Maurício Pelegrini (orgs.)  | 

Páginas:  322

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(ISBN: 978-85-8499-171-6)

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Margareth Rago e Maurício Pelegrini (orgs.)

Wendy Brown . aldo Ambrózio . Pedro Ivan Moreira de Sampaio . Priscila Piazentini Vieira . Johanna Oksala . Luana Saturnino Tvardovskas . Fhoutine Marie e Daniel Pereira Andrade . Margarth Rago . Maurício Pelegrini . Thiago Calçado . Acácio Augusto e Helena Wilke . Ana Carolina Arruda de Toleto Murgel . Mariléa de Almeida . Tony Hara 

?De que maneira a rápida expansão do neoliberalismo em todo o mundo tem afetado a vida de todos nós e, em especial, das mulheres, em geral mais desvalorizadas e exploradas do que os homens? Para além da precarização do trabalho, da destruição dos direitos recentemente conquistados, dos violentos ataques à democracia, do ressentimento visível nas manifestações da direita, este livro apresenta a leitura diferenciada que traz Michel Foucault sobre o neoliberalismo, visto como “arte de governo”, ou como “racionalidade governamental” que exige a produção de uma outra subjetividade, o “empresário de si mesmo” e a “empresária de si mesma”,  supostamente livres para decidir cada momento de sua vida, a partir da lógica custo-benefício e do investimento em si mesmo como “capital humano”. A lógica da empresa estende-se para todos os âmbitos da vida em sociedade, inclusive a esfera do privado e da intimidade. Nesse contexto, até mesmo os feminismos se veem fortemente ameaçados, já que as próprias pautas que defendem são capturadas pela lógica empresarial desse novo regime neoliberal. Discutir esses fenômenos é fundamental, assim como é preciso inventar outras formas de resistência, de contracondutas e de luta contra os retrocessos políticos, culturais, econômicos e morais que nos afetam na atualidade.

                                                           Margareth Rago e Maurício Pelegrini