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KIERKEGAARD E O DESESPERO

Marca
Marconi Oliveira da Silva
Páginas
256

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Sobre o produto

O finito no homem é a morada do desespero. Nada adverso que lhe é exterior pode ser considerado desespero no sentido kierkegaardiano. Este finito humano, o indivíduo como um existente, vive nos abismos do tempo e do espaço. Na sua realidade efetiva se vê diante de possibilidades que lhe exigem uma vontade forte para escolher si próprio. O desespero nasce na mesma medida que as possibilidades vão rareando ou mesmo desaparecendo do seu horizonte de vida.