MINHA CONTA

>
 “São Paulo, capital geográfica do Brasil” – a exposição do IV centenário de São Paulo e a formação do território brasileiro na escrita histórica de Jaime Cortesão Imagem
“São Paulo, capital geográfica do Brasil” – a exposição do IV centenário de São Paulo e a formação do território brasileiro na escrita histórica de Jaime Cortesão
POR: R$ 60,00

Comprar

História

“São Paulo, capital geográfica do Brasil” – a exposição do IV centenário de São Paulo e a formação do território brasileiro na escrita histórica de Jaime Cortesão

“São Paulo, capital geográfica do Brasil” – a exposição do IV centenário de São Paulo e a formação do território brasileiro na escrita histórica de Jaime Cortesão

(ISBN: 978-85-8499-126-6)

David Ribeiro  | 

Páginas:  274

mais informações

“São Paulo, capital geográfica do Brasil” – a exposição do IV centenário de São Paulo e a formação do território brasileiro na escrita histórica de Jaime Cortesão

(ISBN: 978-85-8499-126-6)

David Ribeiro  | 

Páginas:  274

mais informações

As combinações acima não possuem estoque.

Só temos 31 em estoque. Adicionamos todos em seu carrinho. Compre logo antes que acabe!

por: R$ 60,00

Quantidade

+

-

Adicionar ao Carrinho

Frete e prazo

Frete e prazo

calcular

Não sei meu cep

Descrição do Produto

Na organização do livro e por meio de uma escrita límpida e fluente, o leitor irá encontrar as análises sobre a trajetória de Jaime Cortesão construídas a partir de premissas metodológicas e teóricas relacionadas à compreensão das redes de sociabilidade e aos núcleos de poder no interior dos quais os intelectuais também se firmaram e se firmam. A introdução por si só dá conta dos elementos necessários para situar Cortesão enquanto figura histórica de projeção e dos conteúdos que serão desenvolvidos posteriormente nos capítulos dedicados a decifrar e interpretar os rumos do seu pensamento e a expressividade de sua personalidade histórica. A leitura irá revelar, acredito, a capacidade de David Ribeiro em historicizar de forma crítica a construção dos mitos e a idealização de tipologias sociais que nada mais fazem do que impedir a visualidade dos sistemas de poder e de domínio e de implantar uma memória que se pretende hegemônica.

coeditor: Fapesp