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Artes e violências
(ISBN: 978-65-86255-09-6)
Rosane Kaminski, Vinícius Honesko, Luiz Carlos Sereza (orgs.)  | 
Páginas:  270
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SERGIO VILLALOBOS-RUMINOTT, MARIA ANGÉLICA MELENDI, ROSANE KAMINSKI, ARTUR FREITAS, PAULO REIS, EDUARDO PELLEJERO, ANACLETO FERRER, MÁRCIO SELIGMANN-SILVA, JAIME GINZBURG, VINÍCIUS HONESKO, LUIZ CARLOS SEREZA, CLÓVIS GRUNER, ARTHUR LIMA DE AVILA.
?O livro Artes & Violências traz à discussão as complexas relações entre as linguagens artísticas e as formas de violência. É fruto das atividades integradas entre os Grupos de Pesquisa CNPq “Núcleo de Artes Visuais” (NAVIS) e “Arte, Memória e Narrativa” (AMENA). Dentre os propósitos comuns a esses grupos, está a convicção de que a arte é capaz de desestabilizar percepções e de edificar juízos críticos sobre a sociedade, bem como participar ativamente da elaboração de memórias sobre eventos que não devem ser esquecidos.
A temática do livro articula-se aos esforços de um terceiro grupo, do qual participam pesquisadores do Brasil e da Espanha, num acordo de cooperação firmado sob o projeto de pesquisa comum “Imagens de Traumas”. Como resultado dessas parcerias e dos debates ali fomentados, os capítulos desta coletânea, ao se debruçarem sobre casos históricos nacionais e internacionais em que a violência crua se sobrepõe ao poder – isto é, aquilo que na teoria do Estado é assumido como a dimensão do monopólio e uso legítimo da violência –, permitem refletir, num sentido amplo, sobre a eficácia da arte na construção de memórias sobre situações traumáticas e violentas ou, ainda, sobre a potência da arte enquanto movimento de elevação, de manutenção do que costumamos designar como humanidade. A arte faz mover, ainda que com um leve toque a partir do qual a trajetória de quem se deixa tocar se torna imprevisível. Diante da dor de uma ação violenta, a arte trama significados e faz ver o que não estava presente, abre linhas de sanidade em meio ao espasmo imobilizador e traumático que a violência, essa substância que alucina e entorpece, não cessa de produzir.
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